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Apesar de já esperado a algum tempo, os Correios anunciaram o fim do e-sedex. A partir de 1º de janeiro de 2017, o e-commerce perde a forma de entrega mais rápida e barata para o consumidor final.

 

As lojas virtuais de pequeno e médio porte foram pegas de surpresa com a notícia que os Correios irão acabar com o e-sedex. Por motivos econômicos, a Estatal resolveu descontinuar a oferta dessa modalidade de entrega; o que comenta-se no mercado é que a decisão visa diminuir o prejuízo bilionário que os Correios vem adquirindo ano após ano.

Habituadas com a competitividade e eficiência que a modalidade de entrega do e-Sedex proporcionava ao comércio eletrônico, a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) através de seu Presidente Maurício Salvador, recebe a notícia como algo ruim e que trará impactos tanto no preço quanto na qualidade dos fretes.

Na prática, com a decisão dos Correios sobre o fim do e-sedex, as lojas virtuais que realizam suas entregas, ou parte delas pela Estatal, permanecerão com as modalidades PAC e o SEDEX, além da logística reversa.

Em relação as vendas no e-commerce, tanto lojistas quanto consumidores serão impactados pelos valores das outras modalidades. Além disso, as lojas poderão sofrer na conversão das vendas (fechamento da compra) visto que sem um frete mais barato e rápido, muitos consumidores poderão abandonar seus carrinhos de compra.

 

NOVOS TEMPOS NA LOGÍSTICA DO E-COMMERCE

Com o avanço do comércio eletrônico, outras soluções na área de logística estão constantemente aparecendo.

As transportadoras antes reticentes a esse mercado -devido ao baixo volume de entrega de alguns players- estão se movimentando para atender lojistas dos mais diversos portes. Aliado com essa medida dos Correios em retirar o e-sedex do portfólio de produtos, é muito provável que aumentará a competitividade em relação ao frete no e-commerce via transportadoras.

Além disso existem soluções tecnológicas ofertadas por parceiros da FBITS que podem ajudar seu e-commerce a ganhar.  Parceiros como a GoFrete e o Axado, trabalham com automatização da gestão de frete, trazendo como principais benefícios diversos indicadores que irão auxiliar o gestor de e-commerce na tomada de decisão. Além disso, o software de ambas melhora a oferta de frete para o consumidor final, oferecendo sempre a melhor opção para seu cliente.

De acordo com Luis Pivesso da GoFrete, “A gestão de frete está cada vez mais em destaque nas empresas, sejam nas operações de vendas, compras, transferências e logística reversa relacionadas ao transporte de mercadorias, devido ao valor que o frete representa em relação ao valor da nota fiscal transportada e também em função do prazo de entrega comprometido.”

Ainda na opinião de Pivesso, “Com as crescentes vendas oriundas do modelo de varejo B2C através do e-commerce, as transportadoras começaram a montar estruturas para este tipo de distribuição fracionada, ampliando a cobertura e em alguns casos mesclando a entrega com o modal aéreo para ganhar eficiência na entrega com prazos mais curtos.  Com a decisão dos Correios em retirar o serviço de e-sedex do portfólio de produtos, a Estatal acaba restringindo ainda mais as opções disponíveis para seus clientes, abrindo um horizonte de interesse por parte das transportadoras em absorver uma fatia maior deste mercado. Mediante este cenário, a GoFrete visualiza ser de fundamental importância para as empresas procurarem ferramentas que possam auxiliar na simulação do melhor frete entre Correios e Transportadoras”.

Fernando Zambrano 
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